quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Primeiro ATR da Azul chega ao Brasil amanhã

Em julho, o presidente da Azul Linhas Aéreas, Pedro Janot, havia anunciado a aquisição de 20 aeronaves ATR 72-600, mais opção para outras 20, ao custo de US$ 850 milhões. A previsão de chegada dos equipamentos, à época, era dezembro. Promessa cumprida.

Amanhã pela manhã chega ao País o primeiro dos turbo-hélices da companhia. Ele saiu às 9h das Ilhas Canárias (Espanha), faz uma parada na Ilha do Sal (Cabo Verde) e chega primeiro em Recife. À noite, o equipamento já estará em Viracopos, Campinas (SP).

A Azul informou que ainda não está definida a rota em que a aeronave irá operar. Em um primeiro momento a ideia é ligar Viracopos (SP) a cidades do interior paulista. Isso porque os ATR são ideais para operação em pistas curtas.

À ocasião, a companhia informou não ter “abandonado” os equipamentos Embraer ao fazer as opções pelo ATR. Isso porque a empresa brasileira, que fabrica os equipamentos utilizados pela Azul desde o início, os EMB, não produz turbo-hélices. 

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Azul terá banho de boas-vindas em João Pessoa


 A superintendência da Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) no Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto, na Grande João Pessoa, começou a negociar com executivos da Azul Linhas Aéreas a ocupação de espaços comerciais da nova companhia aérea, que iniciará voos a partir de 17 de janeiro de 2011. Na segunda-feira (13), o superintendente Alexandre Oliveira informou que a Infraero pretende promover o tradicional banho da aeronave da Azul, mesmo com o horário de 1h, previsto para a chegada do primeiro voo vindo do aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP). O Corpo de Bombeiros será acionado para essa representativa solenidade de boas-vindas.

Fonte: Turismo em Foco

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Noar Linhas Aéreas comemora seis meses de operação

A Noar Linhas Aéreas comemora nesta terça-feira (14) seis meses de atuação. Encurtando distâncias, promovendo a facilidade do transporte aéreo entre cidades com fortes laços históricos, econômicos e sociais, a companhia representa um importante investimento no setor de aviação no Nordeste do Brasil, capaz de promover o desenvolvimento do turismo de lazer e negócios.

“Conseguimos cumprir tudo o que estava no nosso plano de negócios e estamos crescendo gradativamente. Nossa próxima meta é consolidar a Noar no mercado, através da contratação de novos funcionários e aquisição de novas aeronaves”, afirma Marjony Camelo, diretor executivo da empresa.

Para marcar o começo das operações, a empresa promoveu voo panorâmico pelo Recife, em junho. Na ocasião, a Noar oferecia quatro voos diários, de segunda a sexta, para Caruaru, no agreste de Pernambuco, Maceió (AL) e Aracaju (SE). As passagens custam a partir de R$ 67,90 para Caruaru, de R$ 99,90 para Maceió e de R$ 219,90 para Aracaju. No dia 21 de julho, a companhia acrescentou voos aos sábados e domingos, para as capitais sergipana e alagoana. Hoje, a companhia atua com 176 voos semanais, (segunda a domingo) com uma média de ocupação de 60%. A cidade de Maceió (AL) é a mais procurada, com voos sempre lotados.

Em agosto, com apenas dois meses de atuação, a Noar convocou autoridades locais e todo o trade turístico da região Nordeste para anunciar dois novos destinos: as cidades de João Pessoa (PB) e Natal (RN). No último dia 27 de setembro, a empresa fechou parceria com a Gol Linhas Aéreas Inteligentes, maior companhia aérea de baixo custo e baixa tarifa da América Latina. Pelo acordo, que entrou em vigor no dia 30 de setembro, a GOL passa a oferecer novos voos diretos para os destinos onde a Noar opera. Assim, os passageiros podem comprar no site da Gol uma passagem para Rio de Janeiro-Caruaru, por exemplo, e voar nos aviões da própria Gol e da Noar. “O acordo firmado reforça nosso projeto em atender à demanda aérea regional, oferecendo variedade de destinos e frequências, a preços acessíveis”, declarou o presidente da Noar, Vicente Jorge Espíndola. Os clientes provenientes de voos operados pela GOL em conexão para os voos da Noar, poderão realizar somente um check-in e despachar sua bagagem até o destino final.

Visando sempre interligar as capitais do Nordeste com as grandes cidades do interior da região, no dia 1° de outubro, a Noar Linhas Aéreas ampliou ainda mais sua malha, incluindo a cidade de Mossoró, importante centro urbano do Rio Grande do Norte, a 285 km da capital Natal. Atualmente, é oferecido um voo diário (segunda a sexta), com escala nas cidades de João Pessoa (PB) e Natal (RN). Os passageiros partem do Recife às 15h36, com chegada prevista em João Pessoa às 15h57 e em Natal às 16h47. Em seguida, o avião sai da capital potiguar às 17h10 e chega a Mossoró às 18h03. As passagens custam a partir de R$ 279,90, partindo do Recife.

Além de Mossoró (RN), a Noar iniciou, no dia 29 de novembro, suas operações em Paulo Afonso, a 434 km de Salvador (BA) e famosa por suas cachoeiras e reservas ambientais. O voo para Paulo Afonso sai às 9h da capital pernambucana, faz escala em Maceió (AL) às 9h50 e chega às 11h20 (horário de Recife) na cidade baiana.
Fonte: Feedback Comunicação

Movimento de passageiros no aeroporto de João Pessoa cresceu mais de 30% em novembro

 No Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto, João Pessoa, a superintendência da Infraero informou que o movimento de passageiros - embarques e desembarque - em novembro deste ano teve um crescimento de quase 33% em relação ao mesmo período do ano passado. O número de passageiros que passou pelo aeroporto foi de 74.198.

Com os números de novembro, o aeroporto paraibano já superou em mais de 40% o movimento em relação a todo o ano passado. Em 2009 passaram pelo Castro Pinto 598.015 passageiros, contra 834.918 passageiros em 2010.

O superintendente da Infraero no Castro Pinto, Alexandre de Oliveira, disse que a expectativa de atingir 1 milhão de passageiros em 2010, no entanto, não vai acontecer. Ele admitiu que houve um aumento menor do estimado no começo do ano, como vem ocorrendo em outros aeroportos brasileiros.
As expectativas continuam, já que há grande movimentação de passageiros no fim de ano nos aeroportos brasileiros. Além da chegada de duas novas companhias aéreas em janeiro de 2011: AZUL Linhas Aéreas e PANTANAL Linhas Aéreas.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Voos para João Pessoa já estão lotados


Mesmo após a ANAC apontar queda no setor aéreo nesse fim de ano, a maioria dos voos com destino à capital paraibana, já estão lotados. No período de 12 a 18 de dezembro (período em que foi feita a pesquisa) os voos sem conesões já estão 100% lotados, e com conexões 95%. A lotação desses voos é uma previa da alta estação que vem chegando. Isso trará grande fluxo de passageiros no Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto - JPA, além de possíveis voos extras. Confira:

TAM Linhas Aéreas:

Guarulhos - João Pessoa: voos diretos lotados de 12 à 18 e poucas conexões disponíveis.
Rio de Janeiro - João Pessoa: voo direto lotado de 12 à 18 e poucas conexões disponíveis.
Brasília - João Pessoa: voos lotados nos dias 12 à 18, com conexões ainda nos dias 12 e 13.

GOL LinhasAéreas:

Guarulhos - João Pessoa: voos lotados dias 12,13,15 e 17, poucas conexões disponíveis.
Rio de Janeiro - João Pessoa: voos diretos lotados dias 12 à 18, poucas conexões disponíveis.
Brasília - João Pesoa: voos diretos lotados dias 12,13,15,16,17,18, poucas conexões disponiveis.
Salvador - João Pessoa; voo direto lotado dias 12 à 18, conexões em parceiras (NOAR).

A ocupação das aeronaves só são referentes aos voos com chegada na capital paraibana. É possivel seguir viagem partindo de João Pessoa. Esses voos também já podem estar lotados em outras datas, por isso se for viajar compre logo suas passagens.

Fonte:  www.tam.com.br
           www.voegol.com.br

Anac aponta queda de crescimento do setor aéreo no final do ano


A Anac divulgou hoje dados que apontam uma desaceleração no crescimento do setor aéreo neste ano. A demanda por rotas domésticas no mês de novembro foi 19,18% superior a novembro de 2009, no entanto a ocupação ficou estável no mesmo período e vem caindo nos últimos meses: foi de 73,38% em setembro, passou a 71,38% em outubro e, em novembro, registrou 68,41%.

 
No segmento internacional, a demanda havia crescido 26,97% em setembro, comparado ao mesmo mês do ano anterior, mas o percentual caiu para 25,04% em outubro e para 20,46% em novembro. A ocupação nos voos das empresas brasileiras para o Exterior, que havia atingido um recorde de 82,79% em outubro, no mês passado registrou 75,69%.

Com isso, o aumento acumulado da demanda por voos domésticos, que de janeiro a outubro havia atingido 25%, teve uma ligeira queda para 24,33%. No mercado internacional operado pelas companhias brasileiras, até outubro o crescimento era de 21,29% e, em novembro, caiu para 20,46%.

De janeiro a novembro deste ano, as companhias aéreas de menor porte registraram crescimento percentual mais acelerado do que as líderes de mercado. Entre as seis principais operadoras de voos regulares no Brasil, a Azul acumula 106,19% de aumento na demanda de passageiros de janeiro a novembro de 2010, seguida pela Trip (83,98%) e Webjet (73,81%). No mesmo período, a Gol/Varig cresceu 19,23% e o Grupo Tam (formado por Tam e Pantanal), 15,46%.

O Grupo Tam mantém a liderança, com 42,62% de participação de mercado nacional em novembro. Também no segmento internacional, a Tam lidera entre as brasileiras, com 85,67%. Em seguida está a Gol/Varig, com 38% de participação no segmento doméstico e 13,82% no internacional, em novembro.

A terceira empresa do mercado brasileiro é a Azul, com 7,21%, à frente da Webjet, com 5,93%. A Avianca tem 2,62% de participação, seguida de perto pela Trip, com 2,60%. A Avianca e a Azul também iniciaram em 2010 rotas para o Exterior e detêm participações ainda pequenas no segmento, de 0,44% e 0,03%, respectivamente.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Memorial: TransBrasil Linhas Aéreas

A Transbrasil foi fundada por Omar Fontana, filho de Attilio Fontana, fundador da Sadia. Omar arrendou um DC-3 para trazer carne fresca de Santa Catarina para São Paulo. A idéia foi um sucesso, o que levou Omar a constituir a Sadia Transportes Aéreos. Em 16 de março de 1956, o DC-3 PP-ASJ iniciou serviços de carga e passageiros entre Florianópolis, Videira, Joaçaba e São Paulo. Em 1961 adquiriu a Transportes Aéreos Salvador, ampliando sua frota e voando até a região nordeste.  O Dart Herald começa a voar na empresa em 1963, primeiro de 10 aeronaves do tipo operadas até 1976.

Os anos 70 foram marcados pelo crescimento: em setembro de 1970, chega o primeiro de 8 jatos BAC One Eleven inaugura a era do jato na empresa. Em 1973, Omar resolve abrir o capital aos seus funcionários e muda a razão social da empresa para Transbrasil S.A Linhas Aéreas.
Os aviões começam a ser pintados em cores alegres e chamativas. Os primeiros Bandeirante EMB-110C, iniciam os serviços "feeder" no Brasil. Antes da década terminar, a Transbrasil é a terceira maior empresa aérea do Brasil, voando com uma frota de 10 Boeings 727-100. 
Os anos 80 foram intensos. Omar preparou a Transbrasil para o grande salto: em junho de 83 chegaram 3 Boeing 767-200, com os quais Omar iniciou vôos charter internacionais para Orlando, Flórida. A "Década Perdida" deixou marcas na empresa: os sucessivos planos econômicos, desastradamente congelaram preços mas não custos, ocasionando enormes prejuízos.
Em setembro de 1988, Omar entrou na justiça com um processo contra o governo, exigindo reparação pelas perdas. A empresa sofreu uma intervenção federal, que afstou Omar do comando. Pouco mais de um ano depois, a empresa foi-lhe devolvida com seu patrimônio dilapidado: o interventor vendeu vários ativos. Omar tinha convicção de que a saída para a crise da empresa era a expansão internacional.  
Os anos 90 foram dedicados à conquistar novas rotas internacionais (Miami, New York, Washington, Viena, Buenos Aires, Amsterdam e Londres) e a prosseguir na renovação da frota, incorporando novos 737-300 e -400, aposentando os 727 e 707 remanescentes. Mais 5 Boeing 767-300ER foram recebidos. Os vôos internacionais, vistos como tábua de salvação, tornaram-se um fardo. Em 1998, Omar deixou o dia-a-dia da empresa mas antes, assistiu o cancelamento de todos os vôos internacionais e, no front doméstico, o encolhimento da empresa que fundou.  No mesmo ano, ganhou a ação que movera contra o governo, mas isso não foi suficiente para abrandar a crise.

Omar faleceu em 7 de dezembro de 2000. Depois disso, a queda da empresa foi vertiginosa, até que em 3/12/2001 a Transbrasil ficou sem crédito para a compra de combustível: todos os seus vôos foram cancelados. No dia seguinte, funcionários fizeram protestos, exigindo o pagamento de salários atrasados. E 100.000 passageiros ficaram com passagens micadas na mão. O que se viu a seguir foi um digno de enredo de novela mexicana: os controladores da empresa anunciaram a venda por R$ 1,00 de 76% das ações para o Sr. Dilson Prado da Fonseca, que se comprometeu a assumir o rombo de quase 1 bilhão de reais e injetar US$ 25.000.000,00. 
Os funcionários e a opinião pública sentiram cheiro de maracutaia: os controladores voltaram atrás e anunciaram Michel Tuma Ness como presidente. Ficou apenas 4 dias. Hoje, a empresa está morta e enterrada, após passar por um longo coma, à espera de um salvador... que nunca chegou.