domingo, 9 de setembro de 2012

Avianca anuncia nova estrutura no Brasil


A Avianca Brasil anunciou que a partir desta quarta-feira passou a atuar no País como representante comercial da AviancaTaca e da Avianca Colômbia. As equipes de vendas foram unificadas, assim como as operações no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, onde agora o check-in e embarque, antes feitos de forma separada e em locais diferentes, serão realizados em um único local.

Foi criada uma diretoria comercial internacional no Brasil, sob o comando de Ian Gillespie, que responderá a Tarcísio Gargioni, vice-presidente comercial e de marketing da Avianca Brasil, em conjunto com a diretoria comercial da Avianca Taca. A nova estrutura contará ainda com dois gerentes internacionais para São Paulo e Rio de Janeiro e outros dois executivos para a área internacional em Porto Alegre e Brasília.

A Avianca Brasil havia anunciado em junho que investirá 8% a mais do que os R$ 2,7 bilhões inicialmente previstos até 2016 para ampliação de suas operações, com a aquisição de oito novos Airbus ainda este ano, que irão se somar à frota atual composta por 26 aeronaves. Além dos cinco A 318 já previstos, a Avianca trará mais três aeronaves: um Airbus A319 e dois A320, com capacidade para 132 e 162 passageiros, respectivamente.

A empresa também anunciou que no dia 8 de outubro começa a operar um novo destino, São Paulo-Maceió. As passagens para essa rota começarão a ser vendidas a partir da próxima segunda-feira, dia 10. Até o fim do ano a Avianca espera oferecer 200 voos diários. Hoje são 147. A companhia informou ainda que deve contratar cerca de 800 pessoas para diversas áreas e disse que a expansão deve se concentrar em Brasília, no Rio de Janeiro e na região Nordeste. 

A Avianca reafirmou nesta quarta-feira (5) que tem interesse na privatização da companhia aérea estatal portuguesa TAP. "Vamos olhar como olharíamos qualquer negócio" disse José Efromovich, presidente da Avianca Brasil e sócio do grupo Synergy, que detém o controle da AviancaTaca (60%), que é listada na bolsa de Bogotá, na Colômbia. "A empresa que teve prejuízo de mais de 100 milhões de euros no ano passado nos interessa. É negócio. O Grupo Synergy olha negócios onde atua. Vamos analisar para ver se existe uma maneira real de reverter esse prejuízo", disse o executivo.

Segundo ele, quando a Varig entrou em processo de recuperação judicial o Grupo Synergy foi "um dos que mais dedicou tempo para analisar a empresa". "Colocamos sete executivos seniores para trabalhar nisso e eles chegaram à conclusão que aquilo não era pra gente", disse Efromovich. O presidente da Avianca Brasil disse que o mesmo foi feito com a uruguaia Pluna no início deste ano e repetiu: "concluímos que não era pra gente". "Vamos olhar, sim", reafirmou com relação à TAP.

Fonte: Estadão


Aéreas gastam mais de 70 milhões em assistência aos passageiros

As cinco principais companhias aéreas brasileiras disseram ter gasto, juntas, cerca de R$ 70 milhões em 2011 em assistência aos passageiros a que são obrigadas a prestar em caso de cancelamento, atraso de voo ou overbooking. A norma que impõe obrigações às empresas aéreas vale desde junho de 2010 e foi criada pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). 

Ela determina que as empresas têm de oferecer itens como acesso à internet, alimentação, transporte e hospedagem; quanto maior o tempo de espera do passageiro em caso de problemas, maior a indenização. Inédito, o balanço foi feito pela Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas) a pedido da Folha, com base em dados fornecidos por TAM, Gol, Azul, Trip e Avianca, associadas da entidade que, somadas, detinham em 2011 mais de 95% do mercado doméstico nacional. 

A Abear não forneceu números por companhia ou por tipo de assistência prestada. A Webjet, adquirida pela Gol, não entrou na conta. Os dados são relativos apenas ao pagamento das indenizações. Não incluem eventuais multas que a Anac aplicou às empresas por descumprimento da norma. Consultada na tarde de quinta-feira, a Anac disse não ter como confirmar os dados. 

A principal queixa das empresas aéreas quanto à resolução é a determinação de compensar passageiros mesmo quando o problema não foi causado pela companhia, como greves ou problemas meteorológicos. "Embora a responsabilidade de todo o processo de viagem de avião não seja exclusiva das empresas aéreas, são elas que indenizam os passageiros", informou a Abear. 

Foi assim, por exemplo, com as cinzas do vulcão Puyehue, no sul do Chile, que chegaram a fechar o espaço aéreo em junho e julho de 2011 e deixaram voos nacionais e internacionais no chão. Em dezembro, paralisação de funcionários terceirizados pela Polícia Federal no aeroporto de Cumbica (Guarulhos) também atrasou voos. A Anac entende se tratar de risco inerente à atividade e que as companhias aéreas são responsáveis pelo passageiro que compra o bilhete. O Código de Defesa do Consumidor também atribui responsabilidade às empresas em casos assim.

Os cerca de R$ 70 milhões gastos quase dariam para comprar um jato ERJ 190 da Embraer, usado pela Azul e pela Trip, exemplificou a Abear. Seria possível também encher 1.400 aviões com passageiros em um voo doméstico. A entidade foi criada em agosto para representar o interesse das empresas. 

Apesar do valor gasto, passageiros reclamam de que recebem assistência só quando procuram as companhias."O consumidor ainda é muito mal informado pelas empresas aéreas e, às vezes, tem que percorrer uma via-crúcis nos aeroportos para ter os seus direitos assegurados", afirma Paulo Arthur Goés, diretor executivo da Fundação Procon de São Paulo. 

Sobre a queixa das empresas de que gastam com indenização até mesmo quando não têm culpa, ele comparou: "Se o passageiro perde o voo porque ficou parado no trânsito, a empresa devolve o dinheiro da passagem? Não. É a mesma coisa. As empresas têm que dar assistência seja qual for o motivo".

Fonte: Folha de São Paulo

sábado, 8 de setembro de 2012

Movimentação de passageiros no Aeroporto de João Pessoa continua crescente


O movimento de passageiros - embarcando e desembarcando - no Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto, na Grande João Pessoa, apresentou um crescimento de 7,49% em agosto deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados são da Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária), de acordo com informações das companhias aéreas.

Nos oito primeiros meses deste ano, o aeroporto já recebeu 841.659 passageiros, contra 1.142.181 registrados em todo o ano passado. O aumento até este mês foi de 14,48% em relação ao mesmo período do ano passado.

O volume de desembarques em agosto deste ano foi 10,33% maior do que o registrado no ano passado. Os dados apontam que 49.028 passageiros chegaram em pelo aeroporto no período. Por outro lado, 54.684 passageiros embarcaram no Castro Pinto, um aumento de 5,07% em relação ao mesmo período do ano passado, quando 52.047 passageiros embarcaram em um dos voos operados no equipamento.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

TAM simplifica perfis de passagens


De tempos em tempos as companhias aéreas reorganizam seus perfis de passagens aéreas. Essas categorias  definem os direitos que o passageiro têm ao adquirir seu bilhete e definem o preço da passagem: quanto mais alto o perfil mais flexibilidade e benefícios, mas maior tende a ser a tarifa.  Dessa forma, podemos entender como opções de contratos que o passageiros pode escolher quando vai comprar uma passagem.

A TAM anunciou nesta semana a implantação de novas classes tarifárias. Até então, a companhia tinha cinco opções para voos nacionais: PROMO, LIGHT, FLEX, MAX e TOP. Com a mudança, a empresa passa a ter três: BÁSICO, FLEX e TOP e eventualmente pode ter também a MEGAPROMO. As diferenças entre eles são a pontuação no programa TAM Fidelidade, taxa de remarcação, atendimento prioritário e franquia de bagagem diferenciada.

Nos planos Básico e Megapromo , a taxa de remarcação é de R$ 100 antes da decolagem e R$ 150 depois. Sem outros benefícios. A tarifa básica tem duas vantagens a mais, que são o reembolso de 50% do valor pago em caso de cancelamento e  o crédito de no mínimo 500 pontos no Multiplus Fidelidade.

O perfil Flex custa R$ 60 a mais que o Básico e oferece 10 kg a mais de franquia de bagagem reembolso de 70% da tarifa, o dobro de pontos Fidelidade e menores taxas de remarcação (R$ 80) e no show (R$130). Por fim, a tarifa TOP oferece franquia de 43 kg de bagagem, isenção nas taxas de remarcação e no show, reembolso de 90% da tarifa paga e atendimentos prioritários no check-in, despacho de bagagem e embarque. O perfil, que custa R$120 a mais que o Flex, oferece ainda no mínimo 1.500 pontos Multiplus Fidelidade. A TAM não informou apenas qual tarifa dará a possibilidade de escolha antecipada de assentos.

Fonte: Melhores Destinos

Justiça permite remarcação de passagem aérea acima de 10%

O Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF-1), de Brasília, suspendeu na quarta-feira (5) a sentença da Justiça Federal do Pará que determinava que o máximo que as companhias aéreas poderiam cobrar para remarcar ou cancelar passagens era 10% do valor da passagem.

A decisão afetava TAM e GOL, que chegam a cobrar até 80% do valor do bilhete por remarcação. Para o desembargador federal Mário César Ribeiro, a medida prejudicaria até a oferta de novas passagens promocionais.

"A restrição de aplicação de custo mais expressivo para a alteração de reservas de assentos promocionais poderá elevar significativamente o nível de cancelamentos e remarcações de passagens, diminuindo a previsibilidade de número de passageiros em um voo. Como consequência, haverá restrição na oferta de bilhetes promocionais, prejudicando toda uma política voltada à popularização do transporte aéreo", diz o desembargador na decisão.

A determinação da Justiça paraense era de 2011, mas, depois disso, as companhias não vinham cumprindo a determinação e recorreram da sentença. O desembargador alegou ainda que a sentença era injusta porque só afetava TAM e GOL e livrava empresas como Azul e Webjet. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Aeroporto de Cumbica seguirá conceito asiático


O novo terminal do Aeroporto Internacional de Cumbica terá 192 mil metros quadrados. “O espaço usa o conceito asiático de funcionalidade e conforto aos passageiros. Haverá um grande investimento em uma estrutura de shopping Center, com lojas, restaurante, salas vip e áreas de descanso”, diz o presidente da concessionária.

A reforma prevê ainda um novo processador de bagagens para agilizar o serviço e a modernização dos sistemas de iluminação e segurança nos terminais 1 e 2. O novo edifício-garagem, com previsão de entrega no primeiro semestre de 2013, terá 85 mil metros quadrados e cerca de 2,4 mil vagas. Com ele e a reordenação do atual estacionamento, são previstas 10 mil vagas de estacionamento até a Copa de 2014. Para 2016, o aeroporto deve completar 20 mil vagas, com a construção de outros dois edifícios-garagem.

Para facilitar o fluxo de passageiros e a chegada ao aeroporto, a concessionária projeta também um terminal rodoviário com capacidade para 22 ônibus. Também são esperadas as conclusões de obras do Rodoanel e da Linha 13-Jade, da CPTM, que terá uma estação no próprio aeroporto para receber trens vindos do Brás.

O Aeroporto de Guarulhos tem atualmente 54 posições para o estacionamento de aeronaves. Até o fim da concessão deverão ser 130 posições, sendo 34 só até a Copa do Mundo. Nas pistas, outras alterações previstas são a reforma de pistas de rolamento, a construção de saídas rápidas para as aeronaves e a instalação, segundo a concessionária, de equipamentos de segurança e áreas de escape nas cabeceiras das pistas.

Mesmo com as obras já iniciadas, os responsáveis afirmam que o prazo para entrega das obras antes da Copa é apertado. “Não temos tempo nem espaço para errar”, diz Marques. Para agilizar as obras, o projeto tem estruturas pré-moldadas, vãos e medidas padronizados e paredes retas.

Com a conclusão de todas as obras, o Aeroporto de Guarulhos terá quatro terminais. Os de número 1 e 4 serão destinados apenas a voos domésticos. O terminal 2 receberá voos mistos e o 3 terá voos internacionais, de maior duração e com aviões de maior porte.

A Concessionária Aeroporto Internacional de Guarulhos S.A. venceu o leilão realizado em fevereiro deste ano e é formada pelo Grupo Invepar, pela operadora sul-africana ACSA e pela Infraero.

Fonte: G1

Novo terminal no Aeroporto de Guarulhos terá até hotel


A concessionária que venceu o leilão para administrar o Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo, apresentou nesta quarta-feira (5) o projeto de ampliação e reforma previstas até a Copa de 2014. A principal obra, a construção do Terminal 3, possibilitará o fluxo de aviões de classe F, de maior porte, como o Airbus A-380 e o Jumbo 747-800. O novo terminal terá ainda um hotel cinco estrelas para passageiros em conexão.

Segundo o presidente da Concessionária Aeroporto Internacional de Guarulhos S.A, Antônio Miguel Marques, as obras em Cumbica contarão com o investimento de R$ 2,6 bilhões até 2014. No valor já está a adequação da pista 9, que passará de 45 metros para 60 metros de largura para receber aviões de classe F. As aeronaves, segundo Marques, não operam no Brasil devido a restrições aeroportuárias.

Para passageiros em conexão, o Terminal 3 terá um hotel cinco estrelas na área de imigração com 50 quartos para quem precisar esperar por voos no dia seguinte. Também até a Copa, um outro hotel cinco estrelas com mais de 200 quartos deverá ser construído próximo ao aeroporto, ligado ao empreendimento por uma passarela.

O Terminal 3 terá capacidade de 12 milhões de passageiros por ano. As obras, que envolvem reforma nas pistas e dos terminais 1 e 2, deverão afetar a operação em Cumbica. Por isso, a previsão é que as obras sejam executadas, principalmente, na madrugada, período de menor fluxo de passageiros.

Até o fim da concessão, em 2031, a concessionária responsável pela reforma e ampliação do Aeroporto Internacional de Guarulhos espera ampliar o fluxo de passageiros dos atuais 32 milhões anuais para 60 milhões. Nos 20 anos de concessão também serão ampliadas as vagas de estacionamento de carros e as posições de parada de aeronaves.

Fonte: G1